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Mercado de energia28 de março de 2025

Como reagir à volatilidade do mercado de energia? Domine o seu consumo agora

A gestão de custos já não pode limitar-se a preços otimizados a longo prazo. Dominar o consumo e desenvolver a produção descentralizada são agora alavancas estratégicas essenciais.

Os preços da energia são voláteis

As recentes decisões da Casa Branca trouxeram novas realidades aos mercados de energia. A volatilidade observada complica qualquer estratégia de abastecimento energético. A gestão de custos já não pode limitar-se a preços otimizados a longo prazo. Dominar o consumo e desenvolver a produção descentralizada são agora alavancas estratégicas essenciais.

Por que é indispensável dominar o consumo?

Otimizar os contratos de abastecimento energético já não é suficiente para garantir a competitividade e a resiliência das empresas. Ao reduzir a sua dependência das flutuações do mercado, as organizações podem:

Atenuar o impacto das subidas de preços

Um consumo mais sóbrio e eficiente, aliado a uma estratégia de compra a longo prazo, limita a exposição a picos repentinos de custos energéticos.

Melhorar a sua competitividade

A redução dos custos operacionais traduz-se numa melhor rentabilidade.

Cumprir os requisitos regulamentares e as expectativas das partes interessadas

A CSRD (Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa) pode estar suspensa, mas outras regulamentações chegarão mais cedo ou mais tarde. Seja proativo! As partes interessadas examinam o desempenho extra-financeiro das empresas.

Produzir a sua própria energia, sozinho ou em parceria: uma alavanca estratégica

Segurança de custos

Redução da pegada de carbono

A autoprodução de energias renováveis contribui para os objetivos de descarbonização.

Reforço da resiliência

Uma empresa menos dependente dos fornecedores de energia é mais robusta em períodos de crise.

Rumo a uma abordagem integrada da gestão de energia

As empresas que souberem aliar estratégia de compra, otimização do consumo e produção descentralizada terão vantagem competitiva. Isso implica:

  • Implementar planos de desempenho energético alinhados com os compromissos de RSE e regulamentares.
  • Utilizar soluções de monitorização e otimização em tempo real.
  • Integrar os fatores de influência para antecipar desvios e identificar oportunidades.
  • Desenvolver contratos de compra de energia (PPA) com fornecedores de energias renováveis.
  • Iniciar uma abordagem de flexibilidade energética (demand response).

Com ou sem certificação (como a ISO 50001), num mundo onde a incerteza se tornou a norma, antecipar e agir sobre as alavancas energéticas é uma garantia de competitividade e sustentabilidade.

Compradores e gestores de energia, alarguem o seu campo de ação e retomem o controlo do seu futuro energético!

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